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Sexo entre mentiras: apresentação pública dia 12 de outubro

sexoentrementiras-capa.jpg O quarto tomo desta editora, da autoria de Fernando Esteves Pinto e intitulado Sexo entre mentiras, será apresentado ao público na próxima quarta-feira, dia 12, a partir das 19:00, no bar A Barraca (Lisboa, Largo de Santos)

A apresentação da obra está a cargo de Joaquim Paulo Nogueira e dois actores, Vera Fontes e Hugo Caroça, encenarão diálogos do livro. Uma sessão que promete!

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Sexo entre Mentiras

sexoentrementiras-capa.jpgO escritor Fernando Esteves Pinto apresenta o seu último livro:

O blogue Escrita Ibérica foi criado com o propósito de ser a minha gaveta virtual. Dois anos depois, dou por terminada esta aventura que foi escrever o romance Sexo Entre Mentiras. É a história de um escritor de meia idade que, para combater o tédio de uma relação de vinte anos de casado com a mesma mulher, faz uma viagem pelo virtual em busca de assuntos que visassem a exploração afectiva e emocional dos seus interlocutores. É verdade que o escritor só se relacionou com mulheres, mas não posso sentir-me culpado por esse facto. Espero que este livro vos incomode tanto como me incomodou a mim durante o tempo que levei a escrevê-lo. É um romance com alguns prejuízos e muitas verdades, contrariando o título da obra que apresento. Afinal, ainda estamos todos (leitores e autor) nos preliminares das verdades sexuais de cada um de nós.

Quando no virtual se prepara um encontro e se avança para o real, todas as construções emocionais que apresentámos ao outro correm o risco de se dissipar. Há excepções? Claro que há. Construir no virtual para destruir no real, sem nunca perder a consciência dos enganos. As pessoas sentem-se atraídas pelo psicológico das relações virtuais. Porém, não será a realidade a grande verdade dos sentimentos?

O virtual é uma pele que se despe perante o outro. Tu despes a pele que criaste nesse processo virtual e depois o que é que desejas que sintam por ti? Talvez nunca desejes que te sintam como uma máscara emocional que o outro criou sobre a tua pessoa. Logo, o virtual não acrescenta rigorosamente nada de positivo à tua própria realidade. Confunde-a. Subverte-a.

No virtual os sentimentos recorrem ao processo poético para exprimir desejos e sensações. É aí que tudo falha. Cria-se uma imagem tão perfeita de si perante o outro, que a realidade trata de assegurar que está errada. Estamos pois a fazer um jogo virtual sem contar com as regras impostas pelo real. A ilusão é a fronteira onde os dois mundos se confrontam.

Importa levantar outra questão neste processo tão complexo: será que o virtual é a coragem e o real a cobardia? Os que escrevem a coberto deste biombo existencial, escrevem realmente aquilo que sentem ou o que desejariam ser e sentir? Será que nos transformamos em seres mais verdadeiros e perfeitos quando sentimos que alguém nos observa a partir dessa retina virtual com o propósito de nos analisar?

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A fotografia da capa:

A vossa atenção para a excelente fotografia da capa que é da autoria de Margarida Delgado.

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Microcontos

resultado do concurso

O júri, constituido por José Mário Silva, José Carlos Barros, Dennis D. e Silvia Chueire, depois de uma primeira escolha de 76 contos, seleccionou 15, os quais serão oportunamente publicados recebendo cada um dos autores um exemplar do livro.

A primeira escolha (76)
5 - A consciência 8 - Assassina… 13 – Correu a janela 18- Quiromancia 19 – Reencarnação 20 – Contra-deduções 24 – A fuga chega de madrugada 25 – Mãe 26 – Imaginação 33 – Recomeço 36 – Foto 25 – Mãe 38 - Encontro no Posto Médico 41 - Muita Calma nesta hora 45 – 19 de Março 47 – O Inaudito acontecimento 48 – Saudade 56 – Quase um conto 57 - O Silêncio 60 - Receita para aproveitar uma certa luz 63 – Onde não há gente 70 - Era bonitinho aquele menino 72 – S/título 77 - O Campo de Força 78 – Ave, Maria 80 – O telemóvel 86 – O aterro 87 - O paninho bordado 102 – O machado do Ernesto 103 – O mecanismo 105 – (s/título) 108 – Os monstros de Tiago... 111 – Colcha de retalhos 115 - A BUSCA 119 - Morangos e menta 132 – Feliz 133 – Liquidando o casamento 141 - UM DIA COMO NENHUM OUTRO 143 -monstro 146 - (Um dia, sem sabermos bem porquê, fartou-se.) 152 – Metamorfoses 153 – A morte em Veneza 181 – O cão e a morte 186 – Já são horas? 189 - A Razão do Coelhinho de Páscoa 190 - Último desejo 197 – S/título 198 – S/título
211 – Um conto concreto 230 – s/título 234 – O palhaço 235 – Conselho 236 – Hora certa 238 – Primeira infância 247 – O monstro marinho 246 – O amigo 249 - ASSIM SÃO AS COISAS 250 – The end 251 – Fulminante silêncio... 267 – Confessionário 268 – Tempos modernos 273 - A TEORIA 288 - O Cliente 290 – Coca cola 297 - A velha história de Chapeuzinho Vermelho 299 - Quando você se casa 308 - DIVERSÃO SUMÁRIA EM TEMPOS DE PRESSA E TÉDIO 309 - LEDA E O PATO 315 – COMPENSAÇÃO 333 – S/título 346 - Caio e Fim #5 355 – Pipoca 374 – Um momento 398 – E-mail
406 - UMA VIDA EM POST-ITS NO FRIGORÍFICO 418 - vibra call 427 - Desconforto

Os seleccionados (15)
5;13;19;25;48;78;86;87
153;186;197
211;234;238;250

procurem os microcontos na coluna da direita, isto enquanto não os destacarmos de outra forma.

PS - Neste momento estamos a ponderar a publicação não só dos 15 seleccionados mas de todos os escolhidos.

401 a 430!

leia "401 a 430!"

351 a 400

leia "351 a 400"

301 a 350

leia "301 a 350"

251 a 300

leia "251 a 300"

201 a 250

leia "201 a 250"

151 a 200

leia "151 a 200"

101 a 150

leia "101 a 150"

51 a 100

leia "51 a 100"

1 a 50

leia "1 a 50"

Sexo entre mentiras: apresentação pública dia 12 de outubro

sexoentrementiras-capa.jpg O quarto tomo desta editora, da autoria de Fernando Esteves Pinto e intitulado Sexo entre mentiras, será apresentado ao público na próxima quarta-feira, dia 12, a partir das 19:00, no bar A Barraca (Lisboa, Largo de Santos)

A apresentação da obra está a cargo de Joaquim Paulo Nogueira e dois actores, Vera Fontes e Hugo Caroça, encenarão diálogos do livro. Uma sessão que promete!

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As Ruínas Circulares

O terceiro livro da colecção leituras com net é, também ele, tirado dos blogues -- esse gigantesco repositório de talentos vários. É a vez de As Ruínas Circulares, de João Pedro da Costa, terem uma edição nobre em papel. Nobre e luxuosa: todo o interior do livro é a cores, para salvaguardar a criatividade gráfica do autor, mestre do post certeiro sobre o dia-a-dia de quem trabalha, convive e se diverte frente a um ecran de computador.Para melhor apresentar a obra decidimos incluir o

Prefácio

Estávamos a 25 de Agosto de 2004 quando recebi um e-mail para criar o blogue As Ruínas Circulares. O autor era, como tantos, um absoluto desconhecido para mim. Dei uma pequena ajuda no design do blogue, rectificando tecnicamente a imagem do logotipo. Pensei com os meus botões que tinha mais um blogue de autor, umbiguista como tantos. Estava longe de imaginar que o João Pedro da Costa se viria a revelar um dos mais talentosos bloggers que já conheci, e estou a falar de toda a blogosfera, que não apenas da escrita em Português.

Porém, não foi preciso esperar muito tempo para tropeçar, boquiaberto, no talento único do JP da C. No que reparei primeiro foi, obviamente, na série dos coelhos suicidas. Inspirado na obra de Andy Riley, JP da C levou muito longe a saga do coelho obcecado pelo suicídio, que inventa as situações mais incríveis para se imolar. Graças a essa homenagem do JP da C, pude conhecer Riley e comprei o seu livro na primeira oportunidade.

leia "As Ruínas Circulares"

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ensaios

blogues & livros

Também é daqueles que se queixa da passagem de blogues a livros?
Leia um micro ensaio sobre livros que passaram a blogues, os nossos! Conheça a opinião do Luís Ene e dê a sua.


leia "blogues & livros"